sábado, 11 de abril de 2009

CORREIO BRAZILIENSE - Correio Solidário

Jane Godoy Com Sophia Wainer
Brasília, sábado, 11 de abril de 2009
Está marcado para 20 de junho mais um Arraial Solidário. Promoção do Programa Correio Braziliense Solidário, a festa será no Marina Hall, de Juliana Moura e Oswaldo Oliveira, a partir das 20h. São nossos apoiadores e patrocinadores: decoração de Robinho Lemos, da Nativa; Cleuma Leão e Izidro Gadelha, da Gráfica Positiva, material gráfico; Paulo Cabral Júnior, da D&M Propaganda, criação publicitária; Maria Amélia e Ronaldo, barraca de doces; Gilvan Pires, da Casa Valduga, barraca do vinhos; a Adega da Cachaça, de Adalberto Veras, barraca da cachaça; Gil Guimarães, da Baco Choperia, vai servir o chope geladinho. Para espantar o sono, entra em ação o homem do café, Antonello Monardo; Walquíria e Waleska Jatobá e Paulo Bessa, as delícias da barraca da Pizza à Bessa; crianças e adultos vão aproveitar as delícias que Mira e José Hipólito levarão à barraca do milho; Sérgio Alberto e Miguel Mello vão fotografar tudo; depois é só tomar um caldo quentinho que Roberta Salomão e Luís Corrêa, do Boteco Bar, vão oferecer; Simone e Celso Jabour, do Bufê Sweet Cake, estarão conosco como em todos os eventos, assim como Jack Corrêa, que oferece os produtos da Coca-Cola. Roberto Coutinho e Wallace Tanaka, da Pix Solutions, preparam os banners e painéis. Já estamos recebendo os presentes para a pescaria vip e em breve passaremos a divulgá-los.
Correio SolidárioEstá marcado para 20 de junho mais um Arraial Solidário. Promoção do Programa Correio Braziliense Solidário, a festa será no Marina Hall, de Juliana Moura e Oswaldo Oliveira, a partir das 20h. São nossos apoiadores e patrocinadores: decoração de Robinho Lemos, da Nativa; Cleuma Leão e Izidro Gadelha, da Gráfica Positiva, material gráfico; Paulo Cabral Júnior, da D&M Propaganda, criação publicitária; Maria Amélia e Ronaldo, barraca de doces; Gilvan Pires, da Casa Valduga, barraca do vinhos; a Adega da Cachaça, de Adalberto Veras, barraca da cachaça; Gil Guimarães, da Baco Choperia, vai servir o chope geladinho. Para espantar o sono, entra em ação o homem do café, Antonello Monardo; Walquíria e Waleska Jatobá e Paulo Bessa, as delícias da barraca da Pizza à Bessa; crianças e adultos vão aproveitar as delícias que Mira e José Hipólito levarão à barraca do milho; Sérgio Alberto e Miguel Mello vão fotografar tudo; depois é só tomar um caldo quentinho que Roberta Salomão e Luís Corrêa, do Boteco Bar, vão oferecer; Simone e Celso Jabour, do Bufê Sweet Cake, estarão conosco como em todos os eventos, assim como Jack Corrêa, que oferece os produtos da Coca-Cola. Roberto Coutinho e Wallace Tanaka, da Pix Solutions, preparam os banners e painéis. Já estamos recebendo os presentes para a pescaria vip e em breve passaremos a divulgá-los.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

solidariedade com as vitimas do terremoto no Abruzzo - Itália

Terremoto do Abruzzo - Itália


Dia de solidariedade com as vitimas do terremoto no Abruzzo - Itália
segunda-feira dia 13 de abril das 18:00 ás 22:00
na ESCOLA PARLANDO ITALIANO - ESCOLA DE GASTRONOMIA DE BRASÍLIA
deixe a sua contribuição que será revertida integralmente na conta bancaria
da Região Abruzzo indicada no site da Embaixada Italiana (conforme abaixo)
e deguste produtos típicos da região

TERREMOTO NA REGIÃO DE ABRUZZO
07/04/2009 -
A Região de Abruzzo comunica ter ativado um fundo de solidariedade em favor da população atingida pelo recente terremoto. Doações poderão ser efetuadas através de depósito na conta corrente postal 10400000 (somente da Itália) ou na conta corrente bancária IT69L0300215300000410000000, junto ao Unicredit Banca di Roma (também do exterior). Para a identificação no extrato escrever: Regione Abruzzo – donazione per il sisma. Para fornecer notícias atualizadas sobre cidadãos estrangeiros ou italianos eventualmente presentes na região afetada pelo terremoto, a Defesa Civil ativou uma sala operacional. O telefone é: 00xx/39/06/68201 e o e-mail:
salaoperativa@protezionecivile.it.


organização:

  • Parlando Italiano
  • Antonello Monardo Caffé Espresso
  • Escola de gastronomia de Brasília
apoio:
  • Mistral Importadora
  • Expand Importadora
  • Lagar Emporio do Azeite
  • Grand Cru Importadora
  • Don Giovanni Pizzeria
  • Sandro Melaranci by Belini
para informações:tel. (61) 3425.3566 - 8441.9817

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Simpósio Café e Saúde – Café e Coração

Simpósio Café e Saúde – Café e Coração
25 de abril de 2009
Rio de Janeiro - Brasil

sexta-feira, 20 de março de 2009

China in Box a “la carte” com Café Gourmet Antonello Monardo

China in Box a “la carte”
com Café Gourmet Antonello Monardo
Francisco Neto franqueado do China in Box, abriu esta semana uma bonita casa no Lago Norte, atrás do shopping Deck Norte do. Depois do de Manaus e de Niterói, é o terceiro restaurante convencional da rede, com a consultoria de Andréia Varjão









quinta-feira, 19 de março de 2009

O Café da Moda no Park Fashion

presente no evento de moda PARK FASHION
em parceria com o JORNAL DA COMUNIDADE
do 16 a 20 de março no PARK SHOPPING - BRASÍLIA (DF)
Antonello Monardo Caffé Espresso, o Café da Moda!

terça-feira, 10 de março de 2009

Marcha Pelo Café acontece em Varginha / MG em 16 de março de 2009

O “Movimento S.O.S Cafeicultura” é um movimento que está sendo encabeçado pelo CNC (Conselho Nacional do Café), FAEMG (Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais), OCEMG Sescoop/MG, e SICOOB Sistema Crediminas. O motivo protesta contra a atual crise que se instalou na cafeicultura brasileira, onde segundo alegação dos organizadores do movimento o aumento dos custos de produção ultrapassa 500% nos últimos 10 anos e o valor do produto subiu pouco mais de 20%.
E alegam que a cafeicultura gera 2,2 milhões de empregos diretos no Brasil, e mais de 8 milhões de empregos indiretos. E continuando o quadro atual são mais de 10 milhões de empregos ameaçados.
O objetivo principal do movimento segundo suas lideranças é sensibilizar a sociedade e a classe política do Brasil para a crise social sem precedentes que está se tornando inevitável.
A "Marcha pelo Café" vai acontecer dia 16 de março, às 10 horas, pelas ruas da cidade de Varginha localizada no sul de Minas Gerais. E segundo seus organizadores será uma caminhada pacífica que contará com grandes, médios e pequenos produtores de café; políticos e comerciantes da região e pessoas, que sabem que a crise afeta de forma direta ou indireta.

101 Razões para você tomar Café sem Culpa

Lançamento simultâneo no USA, China e Brasil do livro
“101 Razões para você tomar Café sem Culpa”
do Dr. Darcy Roberto Lima


Você sabe por que acorda pela manhã sonolento e logo quer tomar um café para o dia começar? Você sabe por que não pode passar a maior parte do dia sem tomar um ou vários cafezinhos no trabalho, na escola, nas ruas? Você sabe tanto quanto café como acha que sabe sobre vinhos? O olfato é o mais importante dos nossos sentidos para a escolha da comida, da bebida, do namorado/namorada, e mesmo de animais de estimação, queijos, perfumes, vinhos, camas, lençóis e edredons. Tudo que é mais cheiroso é mais gostoso.
O aroma do café, o mais rico da natureza, nos faz despertar e ficar logo de bom humor. E o Coffee-break é a melhor parte de reuniões, congressos e palestras. O café tem que ser puro como um anjo, quente como o inferno e doce como o amor, mas nunca preto como o carvão. O café não é um remédio e, assim como a prática regular de exercícios, faz bem para a saúde das pessoas, o mesmo acontece com o consumo diário e moderado de café. O autor, Prof. Dr. Darcy Roberto Lima é médico e Professor do Instituto de Neurologia da UFRJ, Doutorado (Ph.D.) em Medicina e Pós-Doutorado em História da Medicina pela Universidade de Londres com mais de vinte livros publicados no Brasil, Estados Unidos e China. Neste livro, apresenta as mais modernas descobertas e novas idéias sobre a bebida favorita no mundo inteiro para entenderem melhor a relação entre o prazer, a saúde e o café.

quinta-feira, 5 de março de 2009

ITALIA chiama ITALIA intervista Antonello Monardo

Antonello Monardo, produttore di caffè in Brasile - ma non solo - a Italia chiama Italia: "L'Italia non ha mai aiutato gli imprenditori italiani all'estero"

Antonello Monardo non ha soltanto investito nella produzione del caffè che porta il suo nome, il Caffè Monardo, ma ha creato a Brasilia, città in cui vive, tutta la struttura per gli amanti del buon caffè: da corsi di formazione di baristi, a un negozio in cui commercializza tutti gli attrezzi necessari a far sognare qualsiasi amante della bevanda nera di Rafael Bassoli Qualsiasi bevitore medio di caffè sa bene due cose: il caffè lo beviamo in Italia come da nessuna altra parte. Espresso, macchiato, con latte, cappuccino, oppure un bel tiramisù, il caffè all’italiana ha fatto il giro del mondo conquistando appassionati ovunque. L’altra verità fra i bevitori di caffè è che il miglior grano al mondo lo troviamo in Brasile, terra calda di terra rossa dove la piantina dei fruttini rossi trova le condizioni migliori per crescere e svilupparsi. E che succede allora quando tutto il know-how italiano viene messo a servizio della selezione e produzione di un blend di caffè? Il risultato lo possiamo vedere, anzi, assaggiare, provando una tazzina del caffè dell’imprenditore calabrese Antonello Monardo, immigrato in Brasile dal 1996 e che è un punto di riferimento quando si parla di caffè di qualità in Brasile. Antonello Monardo non ha soltanto investito nella produzione del caffè che porta il suo nome, il Caffè Monardo, ma ha creato a Brasilia, città in cui vive, tutta la struttura per gli amanti del buon caffè: da corsi di formazione di baristi, a un negozio in cui commercializza tutti gli attrezzi necessari a far sognare qualsiasi amante della bevanda nera. Non solo, Antonello Monardo si dedica anche alla diffusione della lingua, cultura e gastronomia italiana, diventando così non solo un punto di riferimento per gli intenditori di caffè, ma anche di tutta la comunità italiana. Questi e tanti altri motivi ci hanno spinto a cercare di conoscere di più questo personaggio italiano in Brasile, sicuramente un esempio per tutti i connazionali. Di seguito, vi proponiamo l’intervista che il sig. Monardo ha gentilmente concesso a Italia chiama Italia:

Sig. Monardo, nella ricerca che abbiamo fatto su di Lei con lo scopo di preparare quest’intervista, la sua storia di vita ci è parsa molto bella, soprattutto i legami particolari che ha con suo nonno Domenico e con la città di Brasilia. Potrebbe raccontare un po’ di Lei e della strada che l’ha condotta fino in Brasile, ai nostri lettori?
La storia puó sembrare semplice, anzi lo é. A Reggio Calabria, dove io vivevo, esiste l’Universitá per Stranieri, dove la mia ex-moglie di Brasilia è venuta a studiare nel 1989, per questa ragione ho visitato la cittá la prima volta nell’agosto del 1990. Abbiamo vissuto in Italia fino al 1996, anno in cui mi sono trasferito definitivamente. Qualche anno dopo, sempre per caso, ho iniziato la distribuzione di caffé di una ditta italiana, per poi creare la mia marca. Ma per chi crede al “misticismo” questo puó sembrare destino. Perché il Brasile? Perchè scopro che mio nonno Domenico era venuto come immigrante e morto dopo poco tempo. Perché Brasilia? Una cittá con la mia stessa etá, nata nel 1960, “sognata” dal Santo italiano Don Bosco. Perché il caffé? Mio non era qui per quello. Probabilmente sia la missione di un “lavoro lasciato incompiuto”.

In Brasile Lei ha creato una griffe di caffè, utilizzando dei grani selezionati di caffè brasiliano per produrre il suo prodotto finale. Secondo Lei, perché il caffè prodotto in Brasile è speciale?
In primo luogo come tutti sanno, il Brasile é il maggiore produttore al mondo di caffé, il territorio in cui viene prodotto é vasto dovuto anche all’estensione del Paese, per questo motivo si ha l’opportunitá di avere produzioni con “terroir” differenti, oltre al fatto che il Brasile ha le maggiori varietá di Arabica, sono piú di 80, tra le quali alcuni sviluppati qui stesso.

Quali sono le principali differenze fra il Caffè Monardo e altri caffè presenti sul mercato? Avete un pubblico target oppure provate a raggiungere una gamma varia di consumatori finali?
I nostri caffé, oltre ad essere Gourmet e Speciali, hanno identitá regionale. Se posso fare un paragone é come comprare del vino dove nell’etichetta ci sia scritto solo: ...vino! Noi abbiamo scelto le tre migliori aree di produzione di caffé del Brasile: Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Mogiana e nell’etichetta indichiamo che si tratta di Gourmet, 100% Arabica, che si tratta di blend, diamo la descrizione della regione e le caratteristiche, ad esempio: il primo con un’aroma fruttato e un’aciditá alta, il secondo, un’aroma accioccolatato e un’aciditá bassa, il terzo, un’aroma fruttato con aciditá media. Il cliente “intenditore” sta sempre piú aumentando, anche se é ancora una “nicchia” di mercato: la prova sta nei corsi di barista che organizzo, solo a Brasilia siamo arrivati al venticinquesimo in poco piú di 2 anni, dove ci sono persone che pagano per sapere “un pó di piú”, oltre alle varie conferenze in istituzioni e universitá, dove il 60% dei partecipanti sono apprezziatori, quelli che dopo saranno i “fiscalizzatori” del punto di vendita.

È possibile oggi, per i piccoli e medi produttori di caffè, competere nel mercato internazionale con i big del settore, come le italiane Lavazza e Illy che ormai sembrano aver creato una sorta di oligopolio nel mercato internazionale di caffè?
Il concetto molto diffuso in Brasile del “Caffè Gourmet”, utilizzato anche da Caffè Monardo, potrebbe diventare un fattore di competizione dei produttori brasiliani all’estero? Chiaramente la nostra forza non é uguale a quella delle suddette aziende, per questo la scelta obbligata é puntare su prodotti esclusivi e di eccellenza e capillarizzare la nostra propaganda e marketing. Sul fattore del “Caffé Gourmet”, bisogna sapere che in altri Paesi tra cui l’Italia, i vari nomi o aggettivi come: Gourmet, Premium, Eccellente, Top, ecc. non fanno parte della normativa e legislazione, ma dalla fantasia dell’ufficio marketing. Qui in Brasile, i caffé vengono classificati con le seguenti denominazioni: Gourmet, Superior e Tradicional, ciascuno con esigente e caratteristiche distinte, con questo non voglio dire che tutti i caffé brasiliani che si fregiano del titolo “Goumet” lo sono, ....anzi al contrario, purtroppo quello che manca é fiscalizzazione e conoscimento. Per il “Gourmet” che é il nostro caso, tra le esigenze, posso ricordare che deve essere soltanto della specie Arabica, la “qualità della bevuta” deve essere (questi sono termini tecnici per classificare il caffé crudo) strettamente Molle, Molle o Appena Molle, il grado di torrefazione deve essere Medio Chiaro (Agtron 60/65), i difetti devono essere lievi; COB 2 a 4, l’imballaggio deve essere con valvola e con vari strati, incluso alluminio come protezione dei UV.

Il caffè Monardo ha recentemente vinto la Medaglia d’Oro all’International Coffee Tasting 2008, tenuto a Brescia. Secondo Lei, questa vittoria rappresenta finalmente l’apertura delle porte del mercato italiano al caffè coltivato e prodotto in Brasile?
Spero di si! Il Brasile fino ad adesso ha venduto solamente il “caffé comodity”, adesso con un prodotto come il nostro che unisce eccellenza e storia penso sia arrivato il momento.

Oltre al caffè, lei ha tante altre iniziative a Brasilia, come il progetto “Parlando Italiano”, che insegna la lingua patria tramite la culinaria. Come è nata questa idea?
A Brasilia, si sentiva l’esigenza di un punto d’incontro della cultura italiana, qualche realtà esistente non soddisfaceva le esigenze del vasto pubblico, che possono essere di discendenti italiani e non. Con mia moglie Gabriela Magalhães che é pedagoga ed ha vissuto vari anni in Italia, abbiamo creato appunto “PARLANDO ITALIANO, ...cantando, mangiando, viaggiando, ...” che oltre all’insegnamento della lingua a vari livelli, di cui ci avvaliamo della collaborazione di insegnanti di madre lingua, attuiamo in vari campi: Cinema, Teatro, Musica, Viaggi, Gastronomia, ecc. appunto con quest’ultima, la culinaria, stiamo proponendo un progetto di mostrare tutte le regioni italiane con le tradizioni e culture e cucinare alcuni piatti, di cui, chiaramente possiamo trovare gli ingredienti in loco, della tradizione popolare. Ogni “edizione/regione” avrà un’ospite, può essere una mamma (questo sarebbe il massimo), un’amico/a della regione proposta o che conosce bene le tradizioni. Nella prima che è stata la Calabria io sono stato l’ospite e ho mostrato come mia madre, mie zie, a casa di amici si mangiava e si mangia.

Come vede l’interesse per la lingua e la cultura italiane a Brasilia? I vostri alunni sono più brasiliani o italo-discendenti?
L’italiano a differenza dell’inglese, spagnolo e adesso cinese, che si apprendono per necessità, si apprende per piacere. L’Italia, la Cultura Italiana é sempre affascinante appunto per questo bisogna proporla “ludicamente”. I nostri alunni sono al 50%, proprio per quello che ho detto prima. Abbiamo tra l’altro un progetto di offrire l’insegnamento della lingua e cultura italiana a bambini bisognosi.

Come vede la comunità italiana e italo-discendente a Brasilia? È numerosa? Come vi organizzate per mantenere le tradizioni e il contatto con l’Italia?
Come numero, posso dire che gli aventi passaporto sono piú di 3.000, poi ci sono vari che hanno cognome italiano e si sentono italiani di origine. Ma in Brasile a diferrenza delle altre nazioni, l’immigrazione non si è “ghettizzata”, questo socialmente é un fatto positivo, ma sicuramente non si trova la stessa aggregazione come a New York o Toronto, dove esistono rioni e circoli di uno stesso paese italiano. Per rafforzare ed integrare il legame con l’Italia, la sezione di “Parlando Italiano, ...viaggiando”, propone per i brasiliani viaggi tematici in Italia; gastronomici, enologici, culturali, ecc. Per gli italiani verso il Brasile, riscoprire la rotta degli emigrati, legandoli al percorso delle “3C”; Caffé, Cacao e Canna da Zucchero.

Gli imprenditori italiani come Lei, hanno l’aiuto e la rappresentatività necessarie dal governo italiano a Brasilia? Come Roma potrebbe, a suo parere, contribuire di più per l’aumento del numero degli investimenti italiani in Brasile?
Gli imprenditori come me hanno da sempre un'autosufficienza personale, determinata dalla nostra inventiva e capacità di superare ostacoli e creare nuovi stimoli, apti a permettere che l'italiano stia sempre in primo piano. Da sempre l'aiuto e la rappresentatività del governo italiano, qualsiasi sia il suo colore, non ha mai atteso al pari di altri paesi le necessità degli imprenditori e speriamo lo faccia adesso, in un momento di crisi internazionale e che necessita di interventi mirati anche all'imprenditorialità nel mondo, avamposto della nostra capacità e rappresentatività.

Finalmente, crede che i rapporti bilaterali fra Brasile e Italia siano in qualche modo stati danneggiati dall’episodio Battisti? Lei che è vicino al cuore politico brasiliano dove, tra l’altro, si trova Battisti, come ha visto lo svolgersi di questa vicenda?
Il caso Battisti è stato un brutto episodio, ma il popolo brasiliano e quello italiano sono d’accordo sulla giusta soluzione e 135 anni di emigrazione e integrazione tra Italia e Brasile non possono essere compromessi da decisioni politiche.

sábado, 31 de janeiro de 2009

TRIBUTO A VILLA-LOBOS NO TEATRO DA CAIXA



Uma festa musical!
Olá amigos! Soar Produções convida todos a um passeio pelo universo musical de Villa-Lobos, grande compositor e maestro que nos deixou há 50 anos.
ODETTE ERNEST DIAS, JAIME ERNEST DIAS, seus irmãos e sua grande amiga e parceira Elza Gushikem vão nos mostrar um pouco do que influenciou a obra deste mestre da música brasileira e a importância desta obra sobre o nosso panorama musical.

Celebração em família
Juntos, todos esses grandes artistas subirão ao palco do Teatro da CAIXA, para comemorar também os 80 anos de vida de ODETTE, uma das maiores flautistas do Brasil.

Não percam!
Dias 7 e 8/2 (sábado às 20 horas e domingo às 19 horas) no Teatro da CAIXA que fica no Setor Bancário Sul.
INGRESSOS Á VENDA NA BILHETERIA DO TEATRO A PARTIR DE TERÇA-FEIRA DIA 3

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Café e pizza Dicas de Nápoli e Roma por Francis Bicca







Café e pizza Dicas de Nápoli e Roma
Viva Nápole!!!
Nápole tem o melhor espresso e a melhor pizza do mundo. Estive em Nápole dia 07 e janeiro de 2009 para uma pesquisa intensa e recompensadora. Fui ao Gambrinus Café, depois ao Café do Professor e em outros aleatoriamente e pude comprovar que lá você toma o melhor café do mundo, mas com nosso grão brasileiro que nem colocamos os olhos. Excepcionalmente tomei uma vez no Santo Grão da Oscar Freire em São Paulo um café de lote excepcional, custa o quádruplo do normal, mas vale a pena, e outra vez um lote raro arrematado há dois anos pelo Antonello Monardo, italiano radicado em Brasília, mas foi só. Aliás, considero esses dos dois melhores cafés do Brasil, em sabor. O café Suplicy em São Paulo é só ambiente, e um café honesto. Antes que os fãs do Nespresso do Brasil cortem minha cabeça como a rainha de “Alice no país das maravilhas”, vou logo falando; gosto da Nespresso, quando vou à Paris sempre compro o lançamento que ainda não chegou aqui, tenho minha maquininha na sala, mas não passa de uma boa e prazerosa diversão, pois os saches já compactados sempre serão inferiores aos café moídos na hora.

Por que não temos aqui o melhor café para ser tomado e temos o melhjor grão/ Não é nenhum enigma de tostines, a resposta pode ser cruel mas é fácil e objetiva: Os italianos, principalmente, vem todo ano ao Brasil para arrematar as melhores sacas de café, os melhores lotes produzidos, tal qual os milionários americanos arrematam os melhores lotes franceses e vendem em Nova Iorque os melhores vinhos franceses do mundo com preço melhor que na França. Ou seja, lembrando o mercado de futebol, levam embora nosso melhores. Apesar da evolução dos cafés colombianos, jamaicanos, etíopes, vietnamitas, ainda temos o melhor grão, pela combinação de solo, altitude, processo de seca natural, mas nem de longe colocamos os olhos nesses grãos, nem na sua torra feita em terras estrangeiras, e finalizadas em máquinas italianas de espresso, as melhores máquinas do mundo, fora os baristas, que do mesmo jeito que o baiano nasce subindo no pé de coco o italiano nasce com a mão boa do barista, naquele movimento que dura segundo e meio, mas é o suficiente para tornar seu café de grão perfeito, moagem perfeita, torra perfeita em um grande cru de café na xícara ou em um café apenas bom. Tem o fator cultural, pois o brasileiro tem orgulho de falar que é o maior pordutor de café d mundo mas ao contrário do italiano não exige internamente consumir o melhor café que aqui há. O italiano é tão apaixonado por café, que ano passado foi capa de um grande jornal de circulação nacional o fato da Itália ter dito “não à americana Starbucks”, pois o café italiano é BM e barato, tornado a competição perigosa para a Starbucks, que vend em média seu café por dois a três euros, sendo que é comum se tomar na Itália café por menos de um euro, e dos melhores.

Em Nápoli tem aos montes o melhor grão de café do mundo, brasileiro, cem por cento arábica, dos melhores lotes. Tem também as melhores máquinas de espresso, calibradíssima, como se fosse uma Ferrari em oficina. Tem torrefadoras fantásticas, que torram o café numa precisão nipônica, e para arrematar tem a mão boa do italiano barista para dar a prensa no café moído, para tão logo para jorrar em apenas trinta mililitros no máximo (um curto), de preferência, e vinte e cinco mililitros, (um ristreto), curto dos curtos, um malte perfeito, o melhor café do mundo.

Quanto as Pizzas, eu tenho escutado muito brasileiro dizer que as Pizzas de São Paulo são as melhores do mundo, mas entendo em parte esses comentários. Essas pessoas comeram pizza em Roma (algumas nem isso, é patriotada pura), que realmente as melhores de Sampa não ficam a desejar as de Roma. Contudo, o melhor da gastronomia italiana, incluindo pizza, estará quanto mais longe de Roma for. Falando em pizza, meu primo Gil, dono do Baco Pizza em Brasília, para mim que rodei comendo pizza no Brasil, é a melhor pizza do país, desculpe-me os paulistas, me aconselhou a fazer o que ele fez, indo atrás da melhor pizza do mundo, ou seja, de novo Nápoli, capital do café, da pizza, e do lixo da máfia. Fui a Pizza Ettore na Via Santa Luzia (que lá se pronuncia Santa Luchía), uma aconchegante rua paralela a rua virada para o Golfo de Nápole, com vários bons restaurantes. Primeiro pedi como antepasto uma Mussarela de Búfala, a melhor da minha vida. Infelizmente não teremos uma dessa, pois o leite lá é muito melhor, questão de pastagem e outros detalhes que não sei precisar. Pedi então duas pizzas, uma Margherita e outra com salame picante. As melhores pizzas da minha vida. Melhor trigo, melhor mussarela, melhor tomate, tudo no forno a lenha, isso faz da pizza napolitana uma das melhores do mundo. De noite fui a Pizzaria Brandi, a mais antiga e tradicional de Nápoli, muito citada em guias de turismo. É um pouco pega turista, com um senhor napolitano cantando nas mesas, depois passando com seu chapéu recolhendo seu couvert artístico por três músicas. A pizzaria cobra obrigatoriamente quinze por cento de taxa de serviço mais uma taxa de mesa de um euro e oitenta (se chama “coperto”, muito cobrado em restaurantes na itália, seria um couvert sem pão como diria meu amigo e companheiro de viagem na Itália, Glaidson Ivan). Tirando isso pedi uma pizza chamada Don Vincenzo, homenagem ao patrono da casa (me senti naquele restaurante do Poderoso Chefão onde o Al Pacino mata dois “cappo dei cappo” de uma vez só, cena clássica, arma escondida no banheiro). A pizza Don Vincenzo vem alicchi (ressalto que eu detestava alicchi pois o nosso é muito salgado. arrisquei e acertei, o deles é dessalga perfeita), mussarela (que mussarela), alcaparras (maravilhosa alcaparras!), molho de tomate e só. Maravilhosa. Foi a segunda melhor pizza da minha vida. A Pizza Brandi fica na Via Chiaia, perto a Piazza del Plebisicito (aliás, a praça mais linda que vi na Itália), assim como os dois grandes cafés que citei fica por ali.

Táxi em Nápoli

Parecido com Roma, eles sempre vão te enganar, mas nuca muito dinheiro (como se em Salvador, Rio ou Recife você nunca encontrasse um tipo desse). Em Roma o taxista inventa uma taxa de dois euros por que saíram da Estação Termini (só falam depois que você chega no seu destino) e em Nápoli inventam um preço fixo de dez euros de rodar no centro, numa corrida que sairia por seis euros. O ideal é pagar e relaxar, curtir aqueles momentos de gula. Sempre que você pensar, em dez, vinte, trinta anos, sentirá a sensação daquela pizza ou o sabor daquele café no fundo da boca, isso não tem preço. Vá à Napoli, mesmo que ouça histórias de que Nápoli é suja, pois a máfia é dona das lixeiras, que eles gritam muito, que te enganam no táxi, que o trânsito é um caos, isso tudo vai debaixo do tapete depois de você sorver o melhor café da sua vida e de mastigar cada pedaço da melhor pizza do mundo. Só uma ressalva, Roma também se toma belo expresso, em poucos lugarres, como o Antico cafe de brasile, na via serpenti, transversal a via nationale. Agora existem um bonito e gostoso café, muito inferior no sabor ao café njapolitano, chamado Antico Café Greco, na luxuosa via condotti, que os Romanos adoram e é o café mais antigo da cidade. Não vá pensado em tomar lá um grande café, mas um bom café. Agora a grande propagand enganosa se chama café saint Eustachio, na Piazza Saint eustachio próximo ao Pantheon. Caro e razoável, nada mais que isso, mas vive lotado dia e noite. Tem o café especial saint eustachio que já vem adoçado, e muito por sinal. Há um aviso ao público que o café de lá já vem adoçado e quem quiser que peça sem açucar. Tazza D'oro, em frente ao Pantheon, muito ruim. Vale comer uma lasanha no Barochio, perto do Pantheon, uma pizza a menos de dez euros no Zio Ciro, que tem em três locais em Roma, a melhor pizza de Roma continua sendo a da Baffeto 2, que agora fica na Piazza del teatro di Pompeo, do outro lado Via Vitorio Emanuelle. A Da baffetto 1 vive fechada fica na Via del governo vechio, mas nenhum guia tem atualizado isso.

Dicas:

1-Na Estação Termini de Roma tem dezenas de bilheterias automáticas, em vários idiomas inclusive português, onde você pode comprar seu bilhete de viagem regional, é bem explicativo, muito fácil de operar, mas para "bate e volta", ou seja, retornar no mesmo dia que foi, que é mais barato, só pode ser adquirido direto na bilheteria. Outra opção de compra é pela internet pelo site www.trenitalia.com.

2- De Roma para Nápoli vá de primeira classe, dez euros mais caro, mas sempre vai mais vazios, além de mais conforto. Chegando em Nápoli se guie pelas suas anotações prévias, mapas, dicas, não conte com o serviço de informações turísticas da Estação Nápoli Centrale (sempre fechado, horários que só eles sabem) , ou de algum funcionário. Ninguém fala mais que italiano, são pessoas humildes, a impressão que dá é são todos escolhidos pela Cosa Nostra ou Camorra, e que não tem a menor obrigação de entender ninguém que fale uma língua de outro país.

3- A Estação Nápoli Garibaldi nada mais é que uma estação que fica no subsolo da Nápoli Centrale. Não se assuste se comprar o retorno para Roma saindo da Nápoli Garibaldi, ou se tiver que tomar um trem para Pompéia saindo da Nápoli Garibaldi. O trem de Nápole Garibaldi para Pompéia sai de meia em meia hora e o bilhete pode ser adquirido numa banca de revista dentro estação Nápole Centrale. Onde se lê Bus no bilhete nã entenda ônibus e faça como esse cara pálida que ficou circulando fora da estação Nápole Centrale procurando de onde sai o trem. O Bus é trem mesmo, e parte para pompéia da Nápoli Garibaldi, simplesmente no subsolo da Nápolce Centrale (há plas indicando onde descer para Nápole Garibaldi.

4- Todos aqueles bons preços que você pagou em Roma em vestuário você pagará mais barato na Via Humberto I, uma longa avenida saindo da Estação Nápole centrale. Vale a pena bater perna por essa avenida. Tanto os bons preços de Roma quanto os de Nápoli são referente a grande promoção que tem em toda Itália em janeiro, chamada SALDI.

5- Para quem vai fazer um bate e volta como fiz recomendo ir á pé da estação Nápole Centrale até a Via Humberto, percorrê-la até o Castelo do Ovo, ir pela esqueda beirando o mar e apreciar o belo Golfo de Nápole, subir as escarias que ficam em cima do túnel e já sair no bairro Santa Luzia, ir a Via Santa Luzia dirto ao Ettore ristorante, comer qualquer pizza. Ir á galeria Humberto I e à praça do Plebiscito, ao lado estão os cafés Gambrinus e café d professor (este tem uma placa “aqui é o verdadeiro café do professor, não seja enganado, cuidado. Um barato essa placa, vale a foto). Depois as sete horas abre a Pizza Brandi, coma mais uma pizza, toma mais um espresso, e retorne feliz à Roma.